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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

19 de Janeiro de 2009 e eu ainda não fiz nada de últil das minhas férias.
Ok,eu saí um pouco,viajei,conheci gente nova...foi válido de certa forma.Ou teria sido,se as coisas não tivessem desandado tanto nos últimos dias.
Eu acho que é permitido dizer que nos últimos 15 dias eu não fiz nada além de assistir a programação inteira da Warner e da Sony e me empanturrar com Cheetos e Coca-Cola,enquanto eu reclamo da falta do que fazer,como se a culpa não fosse minha por recusar tantos convites ou dar o cano em tanta gente.
Eu não to bem,eu preciso conversar com alguém,falar um pouco,mas eu me afastei de todo mundo.Esse é o meu jeito de lidar com os problemas,eu me tranco no meu mundinho e perco contato com todo o resto,esperando que algo caia do céu,que os problemas desapareçam,até minha mãe bater na porta do quarto,mostrando o que ela achou fazendo a faxina no closet,trazendo de volta as memórias.
Anyways,eu não acho que as memórias sejam o problema.Machuca menos não lembrar,machuca mais?Me deixam feliz,me fazem rir?Isso é relativo,óbvio.Todo mundo gosta de relembrar certas coisas,prefere esquecer outras.Simples.

Sei lá,de repente eu percebi que eu me preocupo com tanta bobagem!Com a cortina,as almofadas da cama,se o meu gigolete combina com a minha roupa...
Outro dia eu estava me arrumando para sair,olhei para os óculos escuros e achei que combinaria perfeitamente com o meu vestido,mas que de qualquer jeito eu não poderia usá-los,porque era à noite e tipo,que idiota usaria óculos de sol à noite?Daí me veio à cabeça "Gabi usaria",porque ela sempre faz o que quer.Então eu lembrei da vez em que paguei dois reais para que ela não fosse ao shopping usando meias de cores diferentes.
Aí me deu saudades.Saudades e uma espécie de culpa por todos os telefonemas e convites dela que eu tenho ignorado ultimamente.Por estar sempre inventando desculpas,colocando outras coisas tão sem importância antes dela.E eu pensei nos meus outros amigos também,nas outras milhões de criaturas que eu tenho ignorado.
Tanta gente passou por tanta coisa essas férias e eu nem para passar um telefonema,escrever um e-mail,perguntar como está,fazer companhia...Eu lembro de que quando eu fiquei de recuperação,eu fiquei incomunicável por um dia inteiro,mas eu não estava chorando nem me descabelando,só meio triste,acho que aquela era a minha idéia de tragédia na época.De qualquer jeito,eu não estava esperando que ninguém aparecesse e me desse os pêsames.Não era como se alguém tivesse morrido,afinal de contas.Recuperação em uma matéria,apenas.Acontece com todo mundo...mas a Gabi apareceu.Apareceu usando aqueles shorts de menino dela e com uma revista de The O.C. para me dar.E ainda conseguiu me fazer rir!
"Achei que ía te encontrar afogada em coca-cola!".E eu fiquei com dor de barriga de tanto rir,como se eu nunca tivesse escutado nada tão engraçado¬¬
Eu já tinha a revista,mas até hoje eu guardo as duas,porque foi tão gentil da parte dela vir aqui e me fazer companhia quando eu precisei.Significou tanto!Quer dizer,geneticamente falando,ela não é família.Não é minha irmã,não é minha prima,não tinha obrigação nenhuma de vir me visitar e me trazer presentes,mas ela o fez mesmo assim,me oferecendo tando,quando eu merecia tão pouco.

Então acho que pensando bem,talvez eu tenha uma meta para o meu ano novo:Prestar um pouquinho mais de atenção nas pessoas que são importantes para mim,que me lembram constantemente que eu não tenho que aguentar tudo sozinha.Que elas vão estar alí,sempre,prontas para ajudar e permanentemente no meu coração.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

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Então,2009.
Eu sei que deveria soar como um grande divisor de águas e tudo e tal,mas no final das contas,é só um outro ano começando.Mais doze meses que de certa forma tentamos planejar e inevitavelmente não conseguimos.
Pessimista,eu sei,mas de uma forma ou de outra,a verdade.

Quando eu penso nos últimos cinco dias,ou eu quero dormir por uma semana ou apelar para o meu lado fútil e fazer compras.Não que esteja sendo horrível,é só que as coisas deixaram de fazer diferença.
Então,eu viajei no final do ano,perdi certas coisas,consegui outras.Senti raiva,medo,felicidade...tanta coisa que fica difícil de definir ao certo.
Só sei que essa não foi uma viagem como as outras,que eu vou gostar de recordar e sentir saudades.Não foi ruim também,mas eu sei que poderia ter aproveitado melhor se tivesse dado um chance as pessoas,ou uma chance a mim mesma.

Eu sempre tentei me convencer de que eu nunca me arrependia das mais minhas decisões,dos erros cometidos,mas hoje em dia eu sei que isso tudo é meio equivocado.
Todo mundo se arrepende de alguma coisa,disse algo que gostaria de retirar,de desfazer.
Eu acredito que culpa é um sentimento que todo mundo sente uma vez ou outra.Não a culpa de um assassino,de um herói de guerra,mas em menores proporções,por uma palavra dita,um lágrima derramada.
Perdão,é algo difícil de ser exercido,segundo as massas,ou os sermões de padres ou whatever.Todo mundo sempre lembra de aconselhar os outros a perdoar aqueles que lhes fizeram mal,a não guardar mágoas,mas ninguém lembra de perdoar a si mesmo primeiro.De assumir os seus erros e sua parcela de culpa e saber superar isso de alguma forma,deixando o passado no passado.Afinal de contas,em cada um de nós existe bondade e maldade,superação e dor,escolha e remorso.Todo mundo guarda mágoas,todo mundo já foi cruel um dia.É a natureza humana,nada mais que isso.
E eu,tendo consciência de que não sou a melhor das criaturas,convivo com isso.Busco esse perdão,aceito,recuso,cometo erros.Perdoo e sou perdoada deixando a vida fechar o seu ciclo.
Sem grandes expectativas,sem pensar demais no futuro,mas com a esperança de que qualquer grande 'tragédia',qualquer erro irreversível,pode ter lá os seus bons frutos.Ou mesmo que não tenha,sempre há um novo começo.



sábado, 20 de dezembro de 2008

reticências.

Mais um fim de ano se aproxima.
Se eu fosse o meu pai ou meu irmão,provavelmente faria um balanço de todas as desgraças ocorridas em 2008 e um comentário estúpido sobre o quanto os feriados são comercializados,enquanto a minha mãe faz planos e enfeita a casa.
A verdade é que,para alguém relativamente pessimista e um tanto cética,eu adoro o Natal.Adoro Natal e odeio passagens de ano.São um tanto decepcionantes,a última vez que eu tive um Ano Novo descente,ou pelo menos um Ano Novo que eu me lembre,foi nos velhos tempos de Icaraí.

É engraçado como eu lembro de coisas que aconteceram há bastante tempo,quando eu tinha cinco ou seis anos,e o primeiro Natal que eu me recordo foi o de 1998,irônicamente,o primeiro Natal que eu passei nessa apartamento.
Quando eu penso que cheguei a gostar da idéia de ir embora daqui,algo me faz pensar que eu não estava no meu juízo perfeito.Eu demoraria uma eternidade para me adaptar.
Nunca fui muito fã de mudanças bruscas,como já disse zilhões de vezes.Não é que eu seja acomodada,é que eu prefiro que as coisas vão acontecendo gradualmente até que certas idéias não me pareçam tão assustadoras.
É normal que as coisas que você conhece bem te trasmitam certa segurança,mas de vez em quando,você tem mesmo que cortar certos laços e não há nada que se possa fazer a respeito disso.

Em termos de mudanças e viradas,eu diria que 2008 foi o ano.Eu comecei a faculdade,viajei,fiz novos amigos,deixei de tomar os meus remédios...Eu sinto falta deles.Daquela espécie de dormência que me impedia de sentir certas coisas,mas acho que fiz bem em parar.Por mais que a calma que eles me traziam fosse bem vinda,era como se eu tivesse perdendo o controle da minha vida para um comprimido de três centímetros.
Foi bom passar um tempo afastada do turbilhão de emoções que era a minha vida,mas estar de volta,soa bom de uma maneira diferente.Eu sei controlar o que eu sinto agora.Sei me convencer de certas coisas,me agarrar a certas verdades...e é reconfortante saber que eu tenho essa força,um tantinho surpreendente também.

Duas coisas que eu aprendi com os gregos é que primeiro:sempre pode ficar pior.E segundo:Só se pode fugir do passado,por uma quantidade limitada de tempo.
A primeira,mesmo que um tanto pessimista,serve para me lembrar de que não importa o quanto eu reclame,eu sempre vou estar reclamando de barriga cheia.Reclamar do que você não tem é pontencialemente inútil.Reunir certas coisinhas que te deixam um pouco mais feliz,transmitem um pouco de segurança.
A segunda é uma longa história.Eu diria que começou a me passar pela cabeça quando me disseram que toda dor deve ser sentida e com todas as brigas,e idas e vindas que eu tive com as minhas amigas antigas.Muita coisa aconteceu,e muita coisa,eu me forcei a esquecer.
O problema é que ignorar certo fato não faz com que ele desapareça.Por mais que você tente olhar em outras direções,se distrair com outra coisa,de uma forma ou de outra,aquilo sempre vai te alcançar.
Verdade seja dita,o meu grupinho de amigas nunca se entendeu perfeitamente bem.Nós erramos umas com as outras de maneiras diferentes,nos machucamos da mesma forma,dissemos e fizemos coisas que gostaríamos de apagar,mas uma coisa a gente sempre tomou com certa: Sempre que uma de nós precisasse,as outras estariam sempre presentes.
Muita coisa já me levou a questionar nossa amizade.Eu já tentei deixá-la de lado e tenho certeza que não fui a única.E nenhuma de nós nunca conseguiu.'Connected',como o nome da nossa música,e eu demorei a perceber isso,de modo que muita coisa,eu tentei deixar para trás,tentei me convencer de que elas pertenciam ao meu antigo 'mundo',quando na verdade,elas pertencem ao novo.Todas nós pertencemos juntas.

No futuro ou no passado,elas sempre me acompanham.Assim como muita coisa do meu passado me acompanha.Assim como é certo,que todas nós,um dia,deixamos de ser uma só pessoa para nos transformarmos em seis.Independentes,com vontades,medos,choro para chorar,voz.No passado,isso era o futuro.Agora,o futuro voltou a ser incerto.A vida vai se tornar mais ativa,mais variada,cheia de coisas bonitas e circunstâncias infelizes...
Mas hoje eu sei,o mundo é grande demais para ser contido.

Bem-vindo,2009.






domingo, 14 de dezembro de 2008

Estava aqui pensando na minha formatura da faculdade e tudo o que vai significar ter um diploma na mão e um mundo de possibilidades.
Falta muito,eu sei,mas em um domigo à tarde sem nada melhor para fazer,eu não pude evitar.Em menos de quatro anos,eu terei um pedaço de papel que representará o meu sustento,e por mais assustador que possa parecer,meu ingresso na vida adulta.Adulta de verdade,com contas a pagar e um milhão de responsabilidades.

Quando eu acabei o terceiro ano,as pessoas costumavam me dizer o tempo inteiro que não muda muita coisa.
Talvez não mude,olhando de longe,mas analisando com cuidado,você ver o quanto esse rito de passagem significa.Em primeiro lugar,seus dias de aluno subordinado,obrigado a assistir cinco aulas por dia acabaram.Pode dizer adeus aos fiscais no corredor e as permissões para sair da sala.Se dispersa dos seus dias na coordeção também e das advertências por atraso...
Dizem que não existem ninguém mais velho do que um formando do Ensino Médio,nem mais novo do que um calouro de faculdade.
Parando para pensar,há um fundo de verdade nisso tudo.Quem,afinal de contas,nunca exibiu um certo ar de superioridade por estar no último ou ano?Você já viu de tudo nessa vida,'Losers','Queen Bees'.Já tomou um porre histórico e se sentiu a pessoa mais madura do mundo,já teve seus 5mim de fama e foi alvo das fofocas...você é a pessoa mais 'cool' do planeta!Até que vêm a bendita faculdade e muda tudo.Você se ver perdido,pequeninho no meio daquele mar de pessoas crescidas.Sem coordenadores para aconselhar,fiscais para dizer que o recreio acabou e um monte de alunos mais velhos te chamando de 'bixo' o.o
Ninguém nunca pára para pensar no que a gente deixa para trás.Para os nossos pais e professores,tudo diz respeito a vida profissional.Para nós,é um alívio estar deixando as apostilas pré-vestibular e mergulhar nesse 'mar de independência' chamado faculdade.Mesmo que isso signifique deixar para trás o que nós cultivamos de mais puro e de mais belo,durante aqueles anos em que ninguém tinha mesmo muitas responsabilidades e as preocupações eram mínimas...

Pensando assim,a gente até deseja que o tempo pare nesse segundo semestre de faculdade.Que mais tarde,tudo continue igual,com as risadas e a procura por estágios e o sentimento reconfortante de que sua vida está completa,mesmo que continue faltando uma coisinha ou outra.
Às vezes,eu queria não ter a consciência de que um dia,tudo isso vai acabar.Que eu,sozinha,vou assumir uma vida.Quem sabe casar,ter filhos,construir uma família,arrumar um emprego fora do país.
Soa tão assustador saber que um dia eu vou sair de casa e deixar toda essa familiaridade,todo esse conforto.
Lar,é só uma idéia,por mais que pareça triste.Você pode construir um em qualquer lugar,com qualquer pessoa...embora aquele filho e estudante de Ensino Médio,você só possa ser uma vez.

"Lar é onde o coração está"

sábado, 13 de dezembro de 2008

shiny smiles and plastic bodies.

Então,minha melhor amiga viajou para SP e eu fiquei aqui,sentindo a falta dela desesperadamente e contando os dias para ela voltar.
Parece estranho,eu sei,sentir de falta de uma pessoa que foi passar apenas quatro dias fora,mas eu não consigo evitar.Do mesmo jeito que eu não consigo evitar explodir de felicidade por saber que ela vai conhecer o pai dela,e que consequentemente,ela vai voltar de lá mais crescida,que de alguma forma,algo dentro dela vai ser preenchido depois dessa viagem.

Eu cresci com a Gabi.Eu compartilhei com ela os primeiros amores,os corações partidos,os segredos...Ela é a única pessoa que me conhece a fundo,que se eu passasse dez anos fora,ela ainda saberia me decifrar por completa.Que enxuga as minhas lágrimas sem ao menos saber,que conhece os meus medos,alivia as minhas dores,que deita a cabeça no meu ombro no cinema sem eu nem me dar conta.A gente sempre cuidou tão bem uma da outra,que é quase impossível não torcer por ela com cada célula do meu corpo,principalmente por ela ser quem ela é,sempre tão autentica,tão decidida,tão irritante,de vez em quando.
A verdade,é que a Gabi tem uma pureza,uma bondade que eu nunca tive.Ela olha para o mundo com o olhar de uma criança ainda,enxergando todas as possibilidades que ele oferece,se entregando completamente.Eu queria conhecer esse tipo de fé,ser só um pouquinho desse jeito...

Eu sempre fui meio pessimista,fato.Por algum motivo,eu aprendi muito cedo a não criar expectativas,a não idealizar as coisas...Ao mesmo tempo,eu sempre fiz o que quis sem parar para pensar.Tomando decisões completamente precipitadas e fazendo coisas que eu sabia que ía me arrepender pelo resto da vida.Eu digo isso com um certa frequencia,mas quando eu estou fazendo algo errado ou ousado é como se eu tivesse o mundo inteiro nas minhas mãos,como se eu tivesse total controle sobre tudo ao meu redor.
Minha mãe sempre diz que as nossas contas,nós sempre acertamos com a nossa consciência.Que não importa a maneira como as pessoas ao nosso redor nos vêem,mas a maneira como nós mesmos nos enxergamos,e ultimamente,eu tenho gostado de todas as mudanças.
Eu acho que eu cresci um bocado nesses últimos dois anos.Que eu aprendi a controlar melhor as minhas emoções e pensar antes de tomar certas decisões.Que eu aprendi a ser mais determinada e a acreditar mais na minha força de vontade.E principalmente,que eu aprendi a perdoar e entender,que assim como eu,todo comete erros,e que de vez em quando,cabe a mim dá-los uma segunda chance.
Claro,que alguns defeitos e manias vão me acompanhar pelo resto da vida.Ninguém é perfeito,after all.Mas ter a chance de me tornar alguém melhor do que eu fui um dia e olhar para a vida com um novo olhar foi um dos melhores presentes que eu poderia ter ganho.
Inúltil dizer que me deu:x

Te amo,Bizzi.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

nada do que vejo é meu.

Aqui estou eu,às voltas com mais uma reforma no quarto.
Meio desconfortável,devo confessar.Não pelos motivos óbvios(furadeiras,cheiro de tinta...),mas por aquela sensação de que tudo está prestes a mudar outra vez.
É engraçado a forma que costumamos nos agarrar àquilo que nos é familiar.Transmite uma certa segurança,uma certeza de que nossos pés estão firmes no chão.

Soa tão estranho pensar que dentro de dois dias,aquele 'mundinho' inteiro que eu transformei para mim mesma vai ser substituído por algo completamente novo.
Não que eu ache ruim ter o quarto reformado.É bom mudar os ares de vez em quando,mas o período de 'adaptação' é como chegar em um outro planeta.Você sempre acaba olhando ao redor,e procurando inevitavelmente,por algo conhecido.

Sábado,quando estava esvaziando um dos meus armários,achei um VHS dos meus tempos de criança,que eu pensei ter perdido em alguma das minhas viagens.É 'Agora&Sempre' o nome do filme.A maioria das pessoas já deve ter assistido na 'Sessão da Tarde',é um clássico.
Quando eu tinha uns onze,doze anos,eu o via direto com as minhas amigas.Quando se falava em assistir um filme juntas,ele era sempre o primeiro que nos vinha à cabeça.
Então esse final de semana,quando eu o achei,encima de um salto nove,com o cabelo feito e a maquiagem pronta,eu desejei ter tudo aquilo de volta.
Às tardes longas,que demoravam um eternidade para passar.Os cinemas juntas,e campeonatos no Videokê.Os banhos de piscina,a maquinha de chocolate da Eliana,os piqueniques,a sensação de não saber aonde eu terminava e onde começava elas...o momento exato em que tudo isso se tornou crucial,ao invés de apenas rotina.

A parte chata de crescer,é perder alguns dos nossos valores no caminho.Por exemplo,você nunca vai ser mais sincero do que você foi quando aprendeu a falar.O tempo passa,e as nossas liberdades vão diminuindo.
Querendo ou não,a gente tem que seguir os padrões...
O bom de crescer,por outro lado,talvez seja saber apreciar aquilo que nos resta.Aquilo,ou aqueles,que mesmo sem termos pedido,acabaram ficando nas nossas vidas por um motivo qualquer.
A gente tem a tendência de tomar muita coisa como garantida,ou como nossas,e a verdade,é que temos bem menos do que imaginamos.
Mas como já dizia o ditado: "Melhor um pássaro[amado] na mão do que dois voando".

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

eight is the magic number.

Ceerto,certo...Lelela me amaldiçoou(é assim que chamamos essa brincadeirinha no fotolog.com) e eu tenho que dizer 8 coisas que eu quero fazer antes de morrer.Sendo assim,eu lembrei de outra maldiçãozinha do Fotolog,e vou fazê-la aqui,incluindo as oito coisas,lóógico!

Aí vai:

*8 coisas que eu quero fazer antes de morrer:
-Despedida de solteira em Las Vegas
-Ter uma filha
-Ter uma creche para crianças com síndrome de down
-Ser uma Jornalista bem sucedida;)
-Morar em Nova Iorque
-Ter um gata persa branca *-*
-Comprar uma coleção inteira da Betsey Johnson
-Sexo selvagem com o Sr.Chace Crawford *uuuui*

*7 coisas que mais digo:
-Valeu,Tadeu.
-Puta que pariu
-Oh my goodness gracious
-Bitch
-Aiin
-Preciso de coca(Y)
-Tenho reumatismo

*7 coisas que faço bem:
-lá-lá-lálááááá
-escrever
-comprar
-planejar festas
-criticar
-nadar
-falar inglês

*7 coisas que eu não faço bem:
-falar em público
-qualquer coisa que envolva contas
-cozinhar(trageeeeedy!)
-andar devagar
-ser paciente
-ser economica
-ser discreta

*7 coisas que me encantam:
-Cinema
-Livros
-Fotografia
-Dinheiro
-Chace Crawford
-A vida dos outros(só se forem ricos e famosos)HEUEHEUEHEU
-Meus amiguiiinhos lindos e minha família(pq o principal a gente deixa por ultimo)

*7 coisas que eu odeio:
-Pessoas que PENSAM que são inteligentes
-Pessoas que se fingem de santas
-Pessoas que se metem nos meus assuntos quando não são convidadas
-Pessoas falsas que falam de mim pelas costas
-Pessoas que usam sandálias feias
-Pessoas forçadas
-Pessoas que falam forçadamente

Amaldiçoados:

Lelela
Bethu
Jordania