I'm sick to my stomach.As always.
domingo, 8 de novembro de 2009
faith
Postado por patricia às 13:50 0 comentários
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domingo, 1 de novembro de 2009
shiny dolls
Mom and dad are traveling 'till Monday.I was left home alone because only the thought of going to the countryside for three days make me wanna vomit.
Postado por patricia às 09:16 0 comentários
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
hope.
God,what a horrible week!I spend the last for days just waiting for something to make sense,or to feel real.Lookin' for a tiny bit of reality,for something relatable,familiar,that I can find out how it turns out just by lookin' at it.No surprises.
Postado por patricia às 15:43 0 comentários
domingo, 9 de agosto de 2009
this side of heaven,this close to hell
Não tenho nem palavras para descrever o quando é bom voltar às aulas.Por mais que minhas férias tenham sido maravilhosas e que eu já sinta falta de uma pessoinha ou outra,para mim,é de uma paz infinita voltar a ler os meus textos e ter um milhão de compromissos,embora eu saiba que isso é um tanto contraditório.
A verdade é que eu sempre fui bastante ambígua.Paz para mim pode ser desde ler um livro,até ter dez milhões de coisas para fazer sem um pingo de tempo.
Acho que eu sou o tipo de pessoa,que dependendo do dia,tanto faz pra mim ficar quieta ou trabalhar,já que eu me encaixo tão bem nos dois e sei tirar bom proveito tanto da pressa quanto da tranquilidade.
Minha mãe costumava dizer que qualquer lugar é bom para mim,contanto que eu esteja aprendendo algo novo e exibindo minha sabedoria(sendo essa última parte uma meia verdade,rs)
De qualquer forma,eu me sinto a vontade com mil responsabilidades,dá uma sensação de dever cumprido e ajuda um pouco a controlar as minhas manias,que é algo que eu venho tentando há algum tempo.
Se eu tivesse que me descrever em uma palavra,seria 'impulsiva'.No sentido mais amplo que você puder imaginar,do tipo que fala o que não deve e sempre faz o que quer,por mais que as consequências não sejam agradáveis.
Em outras palavras,eu nunca tive o que as pessoas chamam de 'meio-termo'.Eu sempre fui 8 ou 80.Ou eu estudo demais ou não estudo nada,faço tudo de uma vez ou coisa nenhuma,bebo muito ou acabo não bebendo...Eu nunca achei a minha balança,eu nunca achei o meu limite ou àquela vozinha na minha cabeça dizendo 'pára','já chega'.Eu estou sepre a 120 por hora e sem destino algum.
Talvez por sempre ter sido a criança mimada,que sempre tem o que quer quando bem entende e em certo ponto,acaba saindo dos trilhos.
Eu acho que perdi e encontrei o meu caminho pelo o menos umas dez vezes só esse ano.O que é meio difícil de acreditar,quando eu aparento ser uma pessoa tão certinha e organizada,com tudo sempre no lugar.
E isso foi verdade por muito tempo,eu gostava de ter as coisas sob controle até perder o controle de vez.Para mim algo só valia à pena se eu tivesse total domínio,se eu soubesse o final desde o início.
É inútil dizer que eu quebrei a cara inúmeras vezes,especialmente levando em conta o quanto é difícil as coisas saírem como planejadas.
É engraçado como a gente de vez em quando acredita tando em uma mentira,que para nós ela acaba se tornando verdade.Eu sempre achei que tudo ía dar certo se eu me esforçasse o suficiente,se eu depositasse toda a minha energia,tudo que eu tinha em algo,mas no final das contas,às vezes o nosso melhor não é o suficiente.
E quando tudo deu errado e tudo que eu acreditava desapareceu,eu meio que perdi o meu rumo.
E eu venho oscilando até hoje.Tentando demaise em certos dias,me acomodando em outros,tentando achar a tal balança.
Enquanto eu não consigo,só me resta seguir em frente.
Postado por patricia às 06:05 0 comentários
quarta-feira, 22 de julho de 2009
escolhas.
All done.Fiz minha matrícula,escolhi as minhas cadeiras,comprei o material escolar,e sinceramente,não sei o que sentir,ou que esperar.
Não sei se fiz a escolha certa,não sei se vou me acostumar com a faculdade nova,mas foi uma escolha feita por mim,o poder de decisão estava todo em minhas mãos,mesmo que eu não saiba se estou fazendo a escolha certa.
É difícil para mim sair da minha zona de conforto,especialmente quando eu já estava tão acostumada com tudo a minha volta,o meu dia-a-dia...mas tem males que vem para o bem,e eu já sabia há algum tempo que precisava de uma mudança,de deixar certas coisas para trás e sei lá,me livrar desse idéia de que eu não consigo conviver com coisas novas,ou mudanças bruscas,porque de vez em quando,a vida não nos deixa mesmo escolhas.
E eu não estou falando em acabar o Ensino Médio ou mudar de faculdade,mas de coisas bem maiores,que não permitem que a gente pare,pense e tome a decisão mais apropriada.
Eu acho que muito da vida,eu aprendi nesses últimos dois anos e que eu não posso culpar os meus pais por terem me protegido demais,mas a mim mesma por nunca ter querido enchergar ao meu redor.É fácil fechar os olhos para o mundo e se apegar a outra realidade.Muitas vezes eu pensei que se eu esquecesse que um problema existia,ele ía desaparecer misteriosamente,ou que as respostas da prova íam cair do céu,ou que tudo ía se resolver sem que eu precisasse mover uma palha.
No final das contas,talvez eu tenha demorado demais para crescer.Talvez isso explique o meu egoísmo,ou a minha mania de achar que eu vou ter tudo que quero na hora que eu bem entendo.Talvez se deva à isso as minhas inúmeras mudanças de colégio,ou minha insegurança,ou o meu desespero por atenção...Eu sei que muito disso pode ser atribuído a maneira como eu fui criada,ao fato dos meus pais terem me feito acreditar que eu era o centro do universo,mas eu poderia ter feito diferente se eu quisesse,ter mantido os meus pés no chão todo esse tempo.
Mas acho que a gente aprende da maneira que se deve aprender.A gente perde e acha o nosso rumo,fazemos as escolhas erradas,consertamos nossos erros e parece a coisa mais normal do mundo durante esse processo todo,especialmente para quem ta vendo de fora.
Eu não tenho a conclusão perfeita para esse post,assim como eu não tenho a conclusão para inúmeros outros fatos ou escolhas que eu fiz.Como sempre,a gente somente espera que acabe tudo bem:)
Postado por patricia às 14:49 0 comentários
segunda-feira, 20 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
detalhes.
Confesso que não estava esperando muita coisa dessas férias,mas até agora,tudo tem sido maravilhosamente surpreendente,pieguices à parte.
Sei lá,acho que as coisas simplesmente param de fazer sentido quando você esquece o que realmente é importante,e é duro admitir,mas acho que passei os últimos meses preocupada com provas da faculdade,a roupa da festa de sábado,meu cabelo e outras milhares de atividades extra curriculares.
Há muito tempo,eu não sabia o que era um tempo de qualidade com as minhas duas melhores amigas.Qualidade de verdade,como comer bem casados que a Carol roubou de um casamento e ver vídeos da Disney juntas.E fazer planos,falar do futuro,voltar a ter os nossos sonhos em comum,um caminho que a gente possa seguir juntas.
E as risadas também,as horas e horas que a gente passa falando bobagem,engordando,escutando os gritos da Carol durante um filme de terror e adormecer no sofá da Gabi(que diga-se de passagem,é o sofá mais confortável do mundo),aquela confusão de membros e cabelos e almofadas...
É ir a um salão de beleza com elas e falar da vida alheia(porque nós também temos nossos momentos 'mulherzinha'),ver sites e sites que vendem maquiagem e ficar idignada quando a Carol fala que os vestidos da Betsey Johnson não são nada demais e que os sapatos da Arezzo são uma porcaria.
É se esbaldar de dançar com a Gabi em aniversários,e nos espalhar em um divã da sala de alguém que a gente nem conhece.É andar a pé de madrugada,em pleno Dunas,morrendo de medo(e morrendo de rir também).É ter uma crise com elas dentro do carro,ouvindo a Carol recitar um dos poemas dela(à la Augusto dos Anjos) e cantar Rei Leão na fila do cinema.
São todos esses detalhes e peculiaridades que as fazem únicas e igualmente importantes,fundamentais na minha vida,necessárias na minhas vitórias e nas minhas quedas.É nelas que eu confio completamente,sem restrições,sem medos,sabendo aonde quer que eu esteja,se eu estiver com elas,eu estou feliz.
E eu queria terminar contando um conto:
Era uma vez,duas garotas que faziam de tudo juntas.Desde programas de índio a melhor das festas e nunca se sentiam tristes ou entediadas na companhia uma da outra.
P. sempre foi a vaidosa,mimada e completamente apropriada.G. era a mais bondosa,pura e autêntica,mas as duas se completavam desde muitos e muitos anos.
Um dia desses P. e G. estavam em uma festa,quando algo aconteceu lá fora e todos os convidados correram para um muro na parte alta da casa para olhar.P.,sabendo que G. também era impossivelmente distraída,sentiu a ansiedade e o medo quando viu que G. ía apoiar as mãos na cerca elétrica.Felizmente ela conseguiu impedir.
foi assim que eu descobri que não conseguiria viver sem você.
Postado por patricia às 06:08 0 comentários